Parcerias e IES e outras

O PCTA constitui-se como instrumento do fomento da competitividade das empresas e da região, da criação de riqueza e da criação de emprego, baseado no conhecimento, na investigação, na tecnologia e na Inovação. Desenvolve-se assim, em consonância com as prioridades de política nacional e europeia.

O Parque de Ciência e Tecnologia do Alentejo será o centro habitacional em torno do qual irão atuar e se desenvolver as infraestruturas tecnológicas, industriais e científicas existentes, e a criar, na região do Alentejo, estando projetado segundo um modelo modular e dinâmico, orientado na perspetiva de eficiência coletiva e relacional.

O PCTA assume-se por isso como um forte agente indutor de inovação tecnológica na região, e por conseguinte no nosso país, de onde surgirão parcerias estratégicas não só com outras redes congéneres nacionais e internacionais, mas também com os grandes clusters industriais da região, de onde surgirão ações que irão transformar o Alentejo, qualificando-o e promovendo além-fronteiras

Para isso a ligação em rede e através de parcerias com outras instituições é essencial para a obtenção deste objectivo. Alguns dos objectivos destas parcerias são:

  • divulgação das atividades científico-tecnológicas geradas na região;

  • difusão e utilização de tecnologias avançadas;

  • promover atividades de transferência de tecnologia e troca de experiências,

  • incentivar a cooperação entre os centros de saber e a malha empresarial;

  • promover as entidades parceiras do PCTA, enquanto agentes de qualidade, com fortes competências na área tecnológica e científica, e que estão à altura de apoiar consórcios e redes internacionais, dando o seu contributo e a sua mais-valia no desenho de soluções de qualidade;

  • detetar oportunidades, apoiando-as na sua dinamização e chegada ao mercado,

  • promover a região e seus produtos e serviços no seu exterior,

  • criar pontes entre a oferta das melhores soluções, com os parceiros mais indicados, para as oportunidades que surjam na rede.

 

Exemplos de parcerias:


TECPARQUES
www.tecparques.pt

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TICE.PT Pólo das Tecnologias de Informação, Comunicação e Eletrónica
www.tice.pt

Este polo de competitividade e tecnologia assume um impacto transversal com outros sectores de atividade, traduzindo assim uma concertação com outras Estratégias de Eficiência Coletiva reconhecidas, designadamente:

1. os polos de competitividade e tecnologia e clusters: i) da Energia, através da área vertical eficiência energética e ambiente sustentável; ii) da Saúde, através da área vertical Saúde e Qualidade de Vida; iii) do Automóvel e Mobilidade, através da área vertical mobilidade; iv) Engineering & Tooling, através da área de intervenção formação e qualificação (área da segurança informática);

2. o cluster das Indústrias Criativas, através da área vertical “cultura e lazer”.

Dentro destes, importa referir que existe uma maior interação com os polos de competitividade e tecnologia da Energia (eficiência energética), Saúde (saúde e qualidade de vida) e Indústria Criativa (cultura e lazer).

Para além destes aspetos, a cooperação com outras estratégias de eficiência coletiva também se faz pela participação cruzada de vários dos seus associados, verificando-se inclusive que o próprio conselho consultivo da Associação TICE.PT integra pessoas ligadas aos PCT da Energia, Saúde, Automóvel e Mobilidade.

As áreas de intervenção horizontais deste polo são os sistemas de informação, as telecomunicações e a eletrónica, enquanto que as áreas de intervenção verticais são a: eficiência energética e ambiente sustentável, a educação, a eficiência organizacional, a saúde e qualidade de vida, a administração pública, a mobilidade, a cultura e lazer.

No presente polo de competitividade e tecnologia, os domínios tecnológicos e de conhecimento subjacentes às áreas horizontais e verticais são os seguintes: redes óticas; redes sem fios; localização e identificação de pessoas e bens; comunicações ubíquas multimédia; processamento semântico de informação e tecnologias WEB; processamento e distribuição de conteúdos multimédia; usabilidade e ergonomia de interfaces gráficos; dispositivos de interface (sensores, atuadores); microeletrónica (componentes e materiais); gestão do ciclo de desenvolvimento de software; Service oriented architecture, interoperabilidade e reutilização de software; ontologias e engenharia de domínios de clusters aplicacionais (software financeiro, software para a saúde, …); adoção de referenciais normativos de maturidade processual, de gestão de serviços de informação e certificação empresarial de acordo com padrões internacionais (CMMI, SPICE, Gestão de IDI e ITIL).

Tendo em conta o impacto transversal dos domínios tecnológicos e de conhecimento deste polo, a entidade gestora do PCTA pretende garantir uma articulação com o mesmo para usufruírem ambos das sinergias que vierem a ser geradas, pois estamos na presença de um parque de ciência e tecnologia que irá ter, no seu espaço físico, algumas empresas e entidades nesta área, e integra o próprio SRTT, que já dispõe de empresas e entidades nesta área.

 

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Pólo de Competitividade e Tecnologia da Energia (PCTE)
www.energyin.com.pt/

A EnergyIN é a associação que promove o presente polo, um polo que procura criar condições que promovam o desenvolvimento tecnológico e a inovação no sector da energia, com ênfase no que se refere às energias renováveis e à eficiência energética, empreendedorismo inovador e modernização da indústria portuguesa, com vista à construção de um polo de indústria, inovação e tecnologia no sector energético nacional, que seja competitivo a nível internacional.

Este polo apresenta como objetivos:

  • a promoção da cooperação e divulgação de conhecimento, funcionando como um fórum entre empresas e também entre estas e Centros de Conhecimento e Investigação;
  • a promoção internacional das iniciativas nacionais de indústria e de I&DT, com o objetivo de atrair Investimento Direto no Estrangeiro ou talento e de facilitar o acesso a novos mercados;
  • a realização de estudos e publicação de pareceres;
  • o estabelecer-se como uma referência nacional;
  • a promoção de atividades de I&DT em Portugal, com ênfase nas tecnologias e sistemas de energias renováveis e de eficiência energética em projetos internacionais;
  • fomentar a criação de consórcios de investigação especializados e de novas empresas, ou “ninhos de empresas”, visando a aplicação de tecnologias inovadoras e de reconhecido potencial económico.

As áreas de atividade do polo são as seguintes: eficiência energética, energia offshore (proveniente da implementação de parques eólicos no mar), energia solar, energias para a mobilidade sustentável, redes avançadas e outras áreas (ex: biomassa/biogás, geotermia, eólico onshore e hidrogénio »»» novas fileiras que poderão vir a ser desenvolvidas neste Polo de Competitividade e Tecnologia).

Tendo em conta os objetivos e áreas de atividade deste polo, a entidade gestora do PCTA pretende garantir uma articulação com o mesmo para usufruírem ambos das sinergias que vierem a ser geradas, pois estamos na presença de um parque de ciência e tecnologia que tem como uma das áreas de especialização a Energia, e que irá com certeza ter, no seu espaço físico, algumas empresas e entidades nesta área, para além de integrar o próprio SRTT, que já dispõe de empresas e entidades nesta área.

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Pólo de Competitividade e Tecnologia
Engineering & Tooling
www.toolingportugal.com/PT

O presente polo visa o reconhecimento internacional do sector como um dos mais avançados do ponto de vista tecnológico e da oferta de valor acrescentado na conceção e produção de moldes, ferramentas especiais e peças maquinadas de alta precisão.

Neste sentido, assume na sua estratégia:

  • o desenvolvimento e produção de moldes por forma a otimizar as funcionalidades dos produtos e respetivos processos de fabrico dos sectores a jusante, assegurando a qualidade total e a minimização do custo total ao longo de todo o ciclo de vida de produto.
  • a integração do molde numa cadeia alargada de serviços de engenharia de alto conteúdo tecnológico, ou seja, inovar ao nível do produto final em cuja produção o molde intervém.
  • o desenvolvimento e produção de ferramentas especiais e peças maquinadas de alta precisão com elevado valor acrescentado para o cliente, assentes numa forte aposta na inovação de produto e de processo de fabrico.


O polo identifica como principais sectores estratégicos no âmbito da sua atuação a aeronáutica, o automóvel, a eletrónica, a embalagem, a energia e ambiente, e ainda a saúde.

Refira-se que as atividades do sector da eletrónica têm na cidade de Évora o seu principal polo industrial na região, contando com unidades empresariais de importante dimensão, quer em termos de emprego global quer em termos de emprego qualificado, dotadas de desenvolvidas competências no campo da inovação e desenvolvimento tecnológico.

Também aqui, tendo em conta os objetivos e áreas de atividade deste polo, a entidade gestora do PCTA irá propor o estabelecimento de uma boa articulação com este polo, por forma a usufruírem ambos das sinergias que vierem a ser geradas, sobretudo nas áreas de especialização da mecatrónica, energia e ambiente, uma vez que o presente parque de ciência e tecnologia irá com certeza promover e dinamizar investimento em I&D e inovação que terá aplicabilidade ou até extensibilidade no presente cluster.

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Pólo de Competitividade e Tecnologia das Indústrias da Mobilidade – Portugal Mobi 2015
www.knownow.com.pt/

A estratégia associada ao presente polo aposta na confluência das três indústrias bases – automóvel, aeronáutica e ferroviária – e procura novos paradigmas industriais, em articulação com o sector Energético e TICE (Tecnologias de Informação Comunicação e Eletrónica), com vista ao desenvolvimento de soluções mais inteligentes, verdes e integradas; capazes de fazer face ao desejado equilíbrio ambiental e às exigências de um mercado sustentável.

Os objetivos deste polo identificam-se com os seguintes:

  • CONSOLIDAR o posicionamento da indústria automóvel portuguesa, reforçando os fornecimentos a clientes, tradicionais e novos, nos mercados de proximidade e nos mercados globais.
  • ESPECIALIZAR a indústria segundo as grandes tendências da mobilidade sustentável (conceção, desenvolvimento, produção e validação de novas soluções).
  • DIVERSIFICAR a atividade da indústria de componentes com a integração nas cadeias de fornecimento das indústrias aeronáutica e ferroviária.
  • CRIAR CAPACIDADE DE INTELLIGENCE para antecipar mudanças estratégicas ao nível dos mercados, dos produtos e das tecnologias da mobilidade.
  • ATRAIR Investimento Direto no Estrangeiro orientado para a capacidade de desenvolvimento e produção existente, novos perfis de especialização e segmentos de mercado e construtores emergentes.

Neste âmbito, o Programa Mobi 2015 foi construído sob quatro eixos de atuação:

EIXO 1. Consolidação da atividade em torno dos construtores e fornecedores da indústria automóvel, onde se incluem as ações de capacitação técnica, tecnológica, e organizacional conducentes aoaumento da incorporação nacional nas cadeias de fornecimento nacionais e internacionais da indústria automóvel;

EIXO 2. Especialização da atividade segundo as grandes tendências do automóvel – mobilidade elétrica, onde se incluem as ações de criação de condições locais/estruturais e de desenvolvimento de competências na conceção, desenvolvimento, fabrico e validação de novas gerações de soluções de mobilidade, componentes e sistemas de energia;

EIXO 3. Diversificação da atividade com a integração nas cadeias de fornecimento das indústrias aeronáutica e ferroviária, onde se incluem as ações de desenvolvimento de competências em torno da conceção, desenvolvimento e fabrico de aeronaves e de qualificação de fornecimentos segundo os standards de referência das indústrias aeronáutica e ferroviária;

EIXO 4. Intelligence e promoção da indústria nacional, onde se incluem as ações de formação e de promoção para a internacionalização da indústria nacional.

No âmbito dos objetivos e áreas de atividade deste polo, a entidade gestora do PCTA pretende também aqui garantir uma boa articulação com o mesmo para usufruírem ambos das sinergias que vierem a ser geradas, na medida em que estamos na presença de um parque de ciência e tecnologia que tem como uma das áreas de especialização a Mecatrónica, e que irá com certeza promover e dinamizar investimento em I&D e inovação que terá aplicabilidade no presente cluster.

Recorda-se que o sector automóvel e aeronáutico integram os clusters emergentes diagnosticados na região Alentejo, tal como analisado no Programa Operacional Regional do Alentejo, e constituem uma importante oportunidade de diversificação da estrutura produtiva regional e um acréscimo competitivo da região em sectores intensivos na utilização de tecnologia e conhecimento.


A região Alentejo tem vindo a apresentar investimentos que potenciam o aprofundamento de novas fileiras, como é o caso da indústria de componentes para automóveis e da indústria de fabrico de componentes elétrico/eletrónicos, o que aliado à proximidade com a Área Metropolitana de Lisboa e as boas condições infraestruturais de acolhimento para estas atividades, faz antever a consolidação de valências na fileira automóvel.


Para além desta, existe ainda o potencial de emergência do sector aeronáutico, na medida em que a região Alentejo dispõe de um conjunto de fatores endógenos favoráveis, tais como:

  • Existência de infraestruturas aeroportuárias, nomeadamente dois aeródromos, um em Évora e outro em Ponte de Sor;

  • Localização de uma escola internacional de pilotos

  • Boas condições climatéricas para o exercício de treino aéreo

  • Unidade de fabricação de aviões ultraleves em Ponte de Sor

  • Abertura do aeroporto de Beja.


Importa referir que o fabricante brasileiro Embraer, o terceiro maior construtor de aviões, está a construir duas fábricas de componentes em fibras de carbono e de vidro para asas e fuselagem dos aviões no Alentejo, mais concretamente em Évora, criando centenas de postos de trabalho, não só diretos, mas também indiretos. Um investimento que traz intensidade tecnológica de know-how e insere Portugal no contexto da economia global, num dos sectores de maior investigação e desenvolvimento, deixando de ser apenas um país que faz a manutenção de aviões, para passar à produção e fabricação dentro da indústria aeronáutica.


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PRODUTECH Pólo das Tecnologias de Produção

www.produtech.org/

 

Este polo representa uma rede articulada de fornecedores de tecnologias de produção capazes de responder aos desafios e aos requisitos de competitividade e sustentabilidade da indústria transformadora, com soluções inovadoras, flexíveis, integradas e competitivas, com vista à promoção do desenvolvimento sustentável e a internacionalização da fileira nacional das tecnologias de produção – fabricantes de máquinas, equipamentos e sistemas, integradores de sistemas, empresas de desenvolvimento de aplicações informáticas, empresas de engenharia,entre outros – em estreita colaboração com os principais sectores da indústria transformadora portuguesa e com o Sistema Científico e Tecnológico Nacional.

Os objetivos do presente polo são:

  • Desenvolver e explorar um conjunto de equipamentos, sistemas e serviços de suporte, tecnologicamente avançados, inovadores e com potencial nos mercados nacional e internacional;
  • Criar uma rede articulada (Cluster) de empresas produtoras de tecnologias e serviços para a indústria e de instituições do SCTN, capaz de reunir os recursos e as capacidades necessários para o desenvolvimento e exploração de novos sistemas, equipamentos e respetivos serviços de suporte;
  • Aumentar a produção nacional de tecnologia para a indústria e a dimensão dos sectores envolvidos (desenvolvimento das empresas existentes e criação de novas empresas), assim como o seu grau de internacionalização;
  • Inserir esta fileira nas redes internacionais de I&DT e de Inovação através da participação ativa em projetos internacionais de I&DT;
  • Aumentar o investimento privado em I&DT e Inovação e também a sua eficiência e eficácia, através da criação ou reforço das capacidades de gestão de I&DI das empresas envolvidas e da adoção de boas práticas no relacionamento com as entidades do SCTN.

As ações a desenvolver neste polo de competitividade e tecnologia visam os seguintes resultados:

  • Desenvolver a fileira de tecnologias de produção para a indústria em Portugal, através do desenvolvimento e comercialização, nos mercados nacional e internacional, de novos produtos e serviços tecnologicamente avançados e com maior valor acrescentado, do aumento do volume de atividade das empresas existentes e da criação de novas empresas;
  • Aumentar a competitividade e o valor acrescentado das empresas transformadoras, através da utilização das novas tecnologias e soluções;
  • Melhorar a balança de transações externas, através da diminuição de importações e do aumento das exportações de tecnologia;
  • Incrementar o investimento privado em I&DT, através de um maior volume de investimento mas também de uma maior capacidade das empresas para extraírem valor desse investimento;
  • Reforçar a colaboração entre empresas e entre estas e as entidades do SCTN, através de parcerias;
  • Fomentar uma participação, maior e mais ativa, de entidades nacionais nos projetos e programas internacionais de I&DT;
  • Aumentar a capacidade para participar e influenciar os fora internacionais, nomeadamente, grupos de trabalho, plataformas tecnológicas e comissões de normalização;
  • Alterar a imagem de Portugal assumindo-se enquanto País produtor de tecnologia.

Considerando os objetivos e áreas de atividade deste polo, a entidade gestora do PCTA pretende garantir uma articulação com o mesmo para usufruírem ambos das sinergias que vierem a ser geradas, sobretudo nas áreas de especialização em mobilidade e energia, uma vez que o presente parque de ciência e tecnologia irá com certeza promover e dinamizar investimento em I&D e inovação que terá aplicabilidade ou até extensibilidade no presente cluster.


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Startup Lisboa
http://startuplisboa.com/


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Microsoft
http://www.microsoft.com/pt-pt/default.aspx


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CAME
http://morinvest.cm-montemornovo.pt/infraestrutura-economica.php?id=7


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ADRAL
http://www.adral.pt/


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FNABA através da Associação de Business Angels de Santarém

http://www.fnaba.org